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Julio Gil: um apaixonado pela água e adrenalina

 

> 26/04/2010

“Com apenas três meses de idade eu já andava de lancha com meus pais. Onde morávamos, a água era o nosso meio de transporte. Posso dizer que me criei na água”.

Essa lembrança da infância vivida entre Palmares do Sul e Mostardas justifica o gosto de Julio Gil pelos esportes náuticos. Mais do que um competidor de Jetski, Julinho, como é chamado pelos amigos, utiliza o Jet como hobbie.

 

“Com apenas três meses de idade eu já andava de lancha com meus pais. Onde morávamos, a água era o nosso meio de transporte. Posso dizer que me criei na água”. Essa lembrança da infância vivida entre Palmares do Sul e Mostardas justifica o gosto de Julio Gil pelos esportes náuticos. Mais do que um competidor de Jetski, Julinho, como é chamado pelos amigos, utiliza o Jet como hobbie. “Meu lazer nas manhãs de sábado e domingo, muitas vezes antes do despertar da maioria das pessoas, é fazer o percurso da clube (no Guaíba, no Bairro Assunção, em Porto Alegre) até a Lagoa dos Patos”. E pra percorrer esta distância de 30 milhas, aproximadamente 50 km, Julinho está cedo na água, normalmente por vota das 6h. Mesmo em dia de competição, ele não muda sua rotina. “Vou pela água até os locais onde acontecem as etapas do campeonato. O Jetski sempre me acompanha”.

Aos 50 anos, casado com Maira e pai de Tohny, 15, e Higor, 20, Julinho é proprietário da AJPM Construções Ltda. E a família também é dona da Modulus Equipamentos Médicos Ltda. Antes disso, durante 27 anos, ele foi proprietário da Gilar Imóveis.

“Meu dia começa sempre muito cedo, por volta das 6h. Antes dos funcionários, já estou visitando as construções a acertando os detalhes com o mestre de obras”.

Mesmo dormindo apenas cinco horas por dia, Julinho não abre mão da emoção.

“Gosto da adrenalina dos esportes náuticos. Já tive nove lanchas e estou no 14° Jetski. E aos finais de semana curto outra de minhas paixões: os passeios de moto”.

FIDELIDADE – Atualmente, Julinho possui dois Jets Yamaha: um SHO ano 2009 e um FX Cruiser ano 2008. Com ambos, que são 100% originais, o que garante maior durabilidade, compete na categoria Força Livre. “Gosto dos motores quatro tempos. Comprei o primeiro quatro tempos do estado, em 2005, um Yamaha VX SPORT 110”. Além de cliente e amigo do proprietário da Motoryama, Julinho é um incentivador de vendas de Jetski. “A Motoryama realiza um excelente trabalho de pós-venda. E a confiabilidade da marca é muito grande”. E Julinho, que não possui nenhum patrocínio, sabe que confiabilidade é fundamental, ainda mais para quem foi o único a navegar sozinho o trecho Porto Alegre/Tapes. “A Yamaha tem outra característica: quando o produto é bom, como no caso do FX Cruiser, o mais famoso do Brasil, o que muda de um ano para outro é apenas a cor”. Mas o piloto revela que, segundo as notícias, deve ser lançada alguma novidade da marca ainda este ano. “E eu, que costumo trocar de máquina em média a cada ano e meio, já estou de olho no que vem por aí”.

PRÊMIOS – Julinho não participa dos campeonatos para competir. “Claro que já ganhei prêmios, como os de primeiro lugar no Arrancadão e na Etapa Final do Campeonato Gaúcho de Jetski (ambos em 2009). Mas o que me move é a paixão pelo esporte, pela adrenalina. Quero incentivar novos pilotos, divulgar o Jetski e, principalmente, fazer com que mais pessoas conheçam os lugares maravilhosos que existem aqui, bem pertinho de nós”.

Julinho calcula que já tenha aproximadamente 4,5 mil horas de Jetski. Em apenas um ano, com 4 equipamentos diferentes, passou mais de 500 horas sobre as águas. E do alto da experiência de conhecer as águas de todo o país, ele garante: “um dos melhores lugares do mundo para andar de Jet é no Guaíba. Aqui tem calmaria, marola, enfim, tudo o que um piloto procura”.

VELOCIDADE – A preferência de Julinho são os passeios. “Sempre levo um Jetski, até quando saio de férias. Já cheguei a comprar imóvel por causa da garagem ampla, ideal para guardar o equipamento”. Nas suas voltas de final de semana até a Lagoa dos Patos, costuma percorrer 72 milhas/hora, o que representa uma velocidade média de 115 km/hora. O piloto explica que, para as competições, o ideal é estar com 30% de combustível no tanque. “Como sempre vou por água, acabo chegando mais pesado, com o tanque praticamente cheio”. Mas para quem, como Julinho, participa pelas amizades e para incentivar e divulgar o esporte, o resultado acaba ficando em segundo plano.


* Entrevista concedida ao jornalista Marco Mallmann – MTb 8368
Fone (51) 98487412 – email: mrcmallmann@gmail.com

 

 

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