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Mecânico Jorge Coutinho - entrevista Inema

15/10/2007

O INEMA conversou com o mecânico baiano Jorge Coutinho, que nos falou um pouco sobre seu trabalho, confira!

O freeride não se resume a um bom piloto e uma boa máquina. É necessário que por trás disso também tenha um mecânico a altura. Jorge Santos Coutinho tem 40 anos de idade e 14 de mecânica. Há seis anos, esse baiano é Body Racing, mecânico especializado em triciclos e jet-skis. O que o prende na mecânica é o amor à profissão.

Jorge é mecânico exclusivo do freerider Bruno Jacob, também da Bahia. Ele sempre trabalhou com o pai de Bruno na Loja de quadricículos, jet-skis, lanchas etc.. O que tornou o vínculo profissional inevitável. Ainda diz que a clientela desse meio é melhor, além do trabalho ser muito mais prazeroso.

Segundo ele a mecânica do jet-ski é simples, não tem muito mistério desde que o profissional saiba o que está fazendo e não invente muitas adaptações. O que mais costuma estragar no jet é a parte elétrica, devido à oxidação feita pela água salgada. Para quem não sabe o freeride só é realizado no mar.

Nos jets de competição a mão de obra pode variar entre R$400,00 e R$600,00. Só as peças podem chegar a R$4.000,00. Mas em jets de passeio esse valor diminui consideravelmente, podendo a mão de obra chegar à R$300,00. Quanto à marca, Jorge acredita que Yamaha é melhor, uma vez que ocorre menos defeitos e possui o melhor conjunto de cilindro, carburação, parte elétrica, casco, tornando-o mais resistente.

Na hora de fazer qualquer modificação no jet-ski é necessário tomar alguns cuidados, como escolher um bom profissional, procurar não adaptar demais, fazer manutenção freqüente, usar bom combustível e óleo de qualidade. Justamente porque um dos erros mais cometidos nos jets pelos profissionais é a adaptação excessiva e o uso de combustível e óleo de péssima qualidade. Muitas vezes o barato sai caro.

As modificações mais freqüentes são no casco e no motor, mas todas as peças podem ser trocadas. Em um campeonato, a principal dificuldade em manter a mecânica do jet em dia é o excesso de uso, pois antes das competições os treinos são intensificados o que pode resultar novas modificações. Peças como sapata de motor, cabos de direcionador e acelerador e da parte elétrica são indispensáveis para a troca.

Equipe INEMA


Fonte: Jorge Santos Coutinho
Cidade: SALVADOR-BA
Fotos: Jorge Santos Coutinho
Publicado: Taína Lauck


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